quarta-feira, 11 de setembro de 2013

MENINA DE 8 ANOS MORRE EM LUA DE MEL

Este é o título das manchetes dos jornais.

08 anos?  Lua de Mel?  Como assim?

Tem algo muito errado neste mundo de hoje.

Existem países com leis injustas onde o casamento é permitido em idades que jamais uma criança poderia se submeter a isso como foi o caso da menina de oito anos chamada Rawan que morreu no dia 07 de setembro no Iêmen após a lua de mel com um marido de 40 anos. O padrasto vendeu à pequena Rawan por cerca de R$ 6 mil e a menina morreu com ferimentos internos no útero.

Que barbaridade.

Que tipo de gente é esta?

Que pais são estes que por dinheiro vendem e encaminham a filha para a morte?

Uma menina de 08 anos que deveria estar brincando, assistindo desenhos, estudando, começando a vida é entregue a um assassino para que realize seus instintos sexuais.

Me desculpem, mas isso não é gente e também não dá pra dizer que são animais, porque nenhum animal entrega seus filhotes para outro animal, pelo contrário, brigam na defesa deles.

Para mim pessoas que fazem uma coisa desta são monstros que não merecem o nosso respeito, ao contrário, merecem nosso repúdio e nosso desprezo.

Até quando vamos assistir a estas barbaries sem mostrar nossa indignação?

Não vi, não li e nem ouvi nenhuma atitute de repúdio dos outros países.

A propósito descrevo, abaixo, a pesquisa sobre funções da ONU e UNICEF:

A Carta das Nações Unidas define como objetivos principais da ONU:
- Defesa dos direitos fundamentais do ser humano; 

- Garantir a paz mundial, colocando-se contra qualquer tipo de conflito armado;
- Busca de mecanismos que promovam o progresso social das nações;
- Criação de condições que mantenham a justiça e o direito internacional.


Os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição.
Os direitos humanos incluem o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre e muitos outros. Todos merecem estes direitos, sem discriminação.

O Direito Internacional dos Direitos Humanos estabelece as obrigações dos governos de agirem de determinadas maneiras ou de se absterem de certos atos, a fim de promover e proteger os direitos humanos e as liberdades de grupos ou indivíduos.
Desde o estabelecimento das Nações Unidas, em 1945, um de seus objetivos fundamentais tem sido promover e encorajar o respeito aos direitos humanos para todos, conforme estipulado na Carta das Nações Unidas:

Em a Declaração de Genebra, de 1924, já se nota a preocupação internacional em assegurar os direitos de crianças e adolescentes, como foco de discussão entre as nações. Foi, entretanto, somente depois do fim da Segunda Guerra Mundial, com a criação da ONU e sua subsidiária específica para a criança - a UNICEF - a partir da década de 1950, que os países passaram a mais detidamente debruçar-se sobre a situação dos menores.

Em 1959 é aprovada a Declaração Universal dos Direitos das Crianças, aprimorada com as chamadas: Bafomé 1- "Regras de Beijing", de (1985); 2- Regras Mínimas das Nações Unidas para a Elaboração de Medidas não Privativas de Liberdade (Regras de Tóquio) Adoptadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas na sua resolução 45/110, de 14 de Dezembro de (1990)., e; 3- as"Diretrizes de Riad", para prevenção da delinqüência juvenil (1990).

No Continente Americano, o tratado celebrado em 1969 - o Pacto de São José da Costa Rica - estabelece, em seu artigo 19, que “toda criança tem direito às medidas de proteção que sua condição de menor requer por parte da família, da sociedade e do Estado




 



terça-feira, 3 de setembro de 2013

DEPUTADO PRESIDIARIO




Congresso

Câmara cria o primeiro deputado presidiário do Brasil

Parlamentares afrontam o Supremo Tribunal Federal e, em votação secreta, mantêm o mandato de Natan Donadon, condenado a 13 anos e 4 meses de prisão; presidente Henrique Alves afastou Donadon e convocou o suplente

Gabriel Castro, de Brasília
Na última quarta feira, 28/08 a Câmara dos Deputados ultrapassou todos os limites.
Os deputados resolveram manter o mandato de um presidiário condenado a 13 anos e 4 meses.
Ele escapou porque não foi atingido o numero necessário de 257 votos para cassação do mandato.

Veja o Placar:
233 - votos a favor da cassação;
131 - votos contra
  41 - abstenções
108 - ausências.

131 - se esconderam atras do voto secreto - outra imoralidade da casa.
41 - se abstiveram - como pode? Estão fazendo o que lá? 
108 -  ausências. Entre estes 14 parlamentares gaúchos.

Tenho o nome de todos os gaúchos que estavam ausentes, só não divulgo porque não tenho o nome dos que votaram contra nem dos que se abstiveram.

Mas vocês hão de concordar comigo que este número de  ausências e abstenções  é uma coisa orquestrada, quando "eles" resolvem alguma coisa que lhes favoreça.

Não se esqueça que em época de eleição eles vão chegar com um largo sorriso dizendo que é seu representante em Brasília.

Vão apertar nossa mão, vão nos abraçar, e depois meu amigo. 

DANE-SE.
Grande Abraço