VOCÊ NÃO ESTÁ SOZIHO.

NUNCA UMA FRASE FOI TÃO ATUAL

"EU DESCONFIO DE TODO O IDEALISTA QUE LUCRA COM SEU IDEAL" (Milor Fernandes).

domingo, 22 de fevereiro de 2026

BOM DIA

AMIGOS.

RECEBI DE UM VIZINHO AQUI DO CONDOMINIO ONDE MORO, 
GOSTEI E ESTOU REPASSANDO.

BOM DIA 

Existe algo no nosso condomínio que deveria ser patenteado.

Não é o campo de golfe.

Não é a piscina.

Não é o paisagismo.

Não é o sistema de câmeras.

É o “bom dia”.

Simples assim.

Aqui as pessoas se cumprimentam. E não é aquele “bomdia” espremido, automático, dito para cumprir tabela enquanto o polegar desliza na tela do celular como se o mundo estivesse pegando fogo em outro aplicativo. É “bom dia” com pausa. Com olho no olho. Com uma fração de segundo de presença verdadeira — aquele instante raro em que ninguém está em outro lugar.

Às vezes vem acompanhado:

— Dormiu bem?

— Já caminhou?

— Vai jogar hoje?

— Vai chover, hein?

O comentário sobre o tempo é uma obra-prima da civilização. Não exige intimidade, mas abre uma fresta de humanidade. É como dizer: “eu não sei sua história, mas reconheço que você está vivendo a mesma manhã que eu”. E isso, hoje em dia, já é quase uma declaração de vínculo.

Outro dia reparei numa coisa. O Seu Ernesto, que mora aqui na esquina, pertinho de casa, varre a calçada como se estivesse colocando o mundo em ordem — e talvez esteja. Ele não sabe o nome da metade das pessoas que passam. Mas cumprimenta todas. Com convicção. Todas, sem excessão. Como quem acredita que, enquanto houver gente dizendo “bom dia”, o planeta ainda não saiu completamente dos trilhos. E há algo de comovente nessa insistência silenciosa e atenciosa de manter o mundo funcional com uma vassoura e um cumprimento.

A Dona Célia, ajoelhada no jardim, levanta o rosto com aquela calma de quem já entendeu que pressa nenhuma melhora a vida. Sorri. Responde. Não parece gentileza social. Parece um compromisso convicto com a boa convivência — como quem rega flores e relações com o mesmo cuidado.

O adolescente que sai meio amarrotado às dez da manhã recebe um:

— Bom dia, campeão!

Ele faz cara de quem preferia não existir antes do meio-dia. Mas responde. Sempre responde. Porque até a rebeldia reconhece quando a cordialidade não é invasiva — é acolhedora. E talvez ele nem saiba, mas está aprendendo ali um idioma que vai usar a vida inteira.

Aqui até o labrador é cumprimentado. E não como acessório. Como cidadão. Já vi cachorro fujão atravessar a rua com mais reconhecimento social do que muito executivo em prédio comercial.

Já morei em lugares onde o elevador parecia uma negociação de paz em território hostil. Cada um olhando para baixo, ou estudando o número do andar como se fosse literatura russa.

Aqui não.

Aqui existe aceno de cabeça entre carros, mesmo sem enxergar quem está dentro. O aceno não é para a placa. É para a certeza de que alguém — alguém que importa — está ali.

Mas o que mais me toca é que esses “bom dia” não estavam no preço da compra da casa. Não vieram no folder. Não estão na escritura. Não aparecem na avaliação patrimonial. Nenhum corretor mencionou na hora da negociação:

“Além da infraestrutura completa, o senhor levará também uma comunidade que se olha.”

E, no entanto, nós sabemos que vale muito.

Vale mais do que o mármore importado. Vale mais do que o metro quadrado valorizado.

Vale quando chega um morador novo. Antes mesmo de aprender o nome das pessoas, ele aprende o tom das vozes. Aprende que será visto. Que não atravessará dias anônimo. E isso, para quem já morou em lugares onde ninguém se olha, é quase um alívio físico.

Vale quando surge um problema. Porque é difícil transformar em adversário alguém que lhe desejou bom dia ontem. O cumprimento cria um crédito emocional silencioso. Não elimina divergências. Mas muda o volume. Muda o modo. Humaniza o conflito antes que ele cresça.

E aí entra o Juvenal.

O Juvenal é um fenômeno. Caminha duas voltas completas no condomínio todos os dias, no mesmo horário. Um relógio ambulante. Só que, em vez de marcar as horas, ele marca presença. Distribui “bom dia” como quem distribui sementes de civilidade no chão do cotidiano.
Um dia fiz um teste. Fiquei de costas na frente de casa, fingindo organizar alguma coisa irrelevante. Pontualmente:
— Bom dia!
Sem hesitar. Sem precisar de confirmação visual. O “bom dia” dele não depende do rosto. Depende do princípio.
E talvez seja isso que mais me emociona: não é simpatia seletiva. É convicção de convivência. É um gesto que não calcula retorno.

Há também o aceno entre carros. A buzina leve que não diz “saia”, mas, ao contrário, “estou aqui, com cuidado”. Pequenos códigos que parecem antigos — quase herdados.

Porque há algo de saudade nisso tudo.

Saudade do tempo em que a gente sabia o nome do vizinho. Do tempo em que criança brincava na rua e todo adulto sentia, mesmo sem combinar, um pouco responsável por ela. Do tempo em que pedir açúcar emprestado não era constrangimento — era rotina. Do tempo em que o mundo cabia na calçada e a porta da casa ficava encostada, não trancada.

Talvez o que emocione no “bom dia” do condomínio não seja a palavra em si. É o que ela resgata. É a sensação de que ainda é possível viver sem o permanente estado de alerta. De que nem todo encontro precisa ser defensivo. De que ainda podemos circular sem nos sentirmos estranhos uns aos outros.

Quando alguém olha e diz “bom dia”, está dizendo mais do que parece:

“Eu reconheço você.”

“Você faz parte.”

“Eu espero que o seu dia seja bom — e isso me importa.”

O condomínio não é um conjunto de casas. É um conjunto de reconhecimentos diários.

Num mundo em que discutimos ferozmente com desconhecidos nas redes sociais por temas que jamais resolveremos, aqui dois moradores que não sabem o sobrenome um do outro trocam um cumprimento simples e sincero. E isso reorganiza o clima. Reorganiza o humor. Às vezes reorganiza até o dia.
Porque ser visto muda a postura.

Talvez o segredo não esteja nas normas, nem nos estatutos, nem no regimento interno. Talvez esteja naquela primeira voz humana que você ouve assim que sai de casa.

Esses “bom dia” não constam na matrícula do imóvel.
Mas sustentam algo muito mais valioso do que patrimônio.

Eles sustentam a rara sensação de que ainda vale a pena viver entre pessoas — sem filtros, sem intermediários, fora do mundo digital, longe de redes sociais que fingem aproximar, mas que, na verdade, são os instrumentos que mais nos afastam.

E isso, convenhamos, é nossa conquista  e não é pouca coisa.

ABRAÇO

Paulo Coimbra
Fevereiro/2026



VITORIA J07

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

HAY GOBIERNO? SOY CONTRA1

AMIGOS.

Fui pesquisar no Google sobre esta frase.

HAY GOBIERNO? SOY CONTRA

É uma frase célebre de cunho anarquista, frequentemente usada para expressar oposição automática a qualquer autoridade estabelecida. Originada como um dito popular espanhol, a frase reflete uma postura de resistência ao poder, usada em contextos políticos

A frase é atribuída a um náufrago espanhol que, ao chegar a uma ilha e saber que havia governo, declara ser contra. 

Significado: Representa a rejeição a qualquer tipo de governo ou autoridade, independente de sua orientação política.

Contexto Atual :  Utilizada para indicar insatisfação generalizada com governos atuais (seja de direita ou esquerda), frequentemente citada como uma forma de proetesto, diante do caos politico.

Aqui no BRASIL esta frase é muto usada por um grupo politico com uma pequena mudança de grafia, mas que representa muito em termos politicos.

HAY GOBIERNO? ESTOY JUNTO.

É uma frase célebre modificada conforme os interesses, frequentemente usada para expressar apoio automático a qualquer autoridade estabelecida.

 Originada como um dito popular espanhol, aqui a frase reflete uma postura de suporte ao poder, usada em contextos políticos

Para este grupo o importate é:
ESTAR SEMRPRE NO PODER!!!!

Abraço
Paulo Coimbra
Janeiro/2026.



sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

MORAES ENFRENTA A CÂMARA DOS DEPUTADOS

AMIGOS.

MANCHETE DA GAZETA DO POVO.

Moraes enfrenta Câmara e determina perda imediata do mandato de Carla Zambelli.

Ontem vi uma reportagem na tv onde Deputados Federais aparecem vibrando, logo após uma votação na Câmara onde, supostamente, alcançaram uma vitória contra o governo.

Estou cansado de ver e ouvir videos e audios dos deputados, festejando, vibrando, gritando: VITÓRIA, VITÓRIA!!!!

Não dura 1 dia a festa deles. 

Morais determina, mais uma vez, exatamente o contrário do que foi votado na Cãmara e fica por isto mesmo. 

No Senado, é exatamente a mesma coisa. 

Agora Alcolumbre esta magoadinho com o governo, fazendo beiçinho, devido a não indicação de seu "amigo" como Ministro do STF. 

Até quando? 

Até a próxima liberação de emendas parlamentares. 

$$$$$ cura qualquer mágoa, tem o poder de curar desavenças.

Se fechar, o congresso, não vai fazer falta. Atualmente um bando de covardes a maioria com "rabo" preso.

Você ainda acredita na classe politica?

Você realmente acredita que é provável eleger um Senado de direita em 2026?

Quem garante a integridade dos eleitos?

Abraço.

Paulo Coimbra.
Dezembro/2025.

domingo, 23 de novembro de 2025

O RABO DO CACHORRO DO ALCEBÍADES

 AMIGOS.

RECEBI, GOSTEI E ESTOU REPASSANDO. 

LEIA ATE O FINAL.  


_“Deixem o povo conhecer a verdade, e o país estará salvo.” 
Abraham Lincoln_


"Um dos cidadãos mais controversos da Grécia antiga, era um general chamado Alcibíades (450 a 404 a.C.). Apesar de ter se distinguido como militar, foi um político corrupto, demagogo e inábil. Ele possuía um cachorro de estimação, de tamanho e forma excepcionais, que adquirira por sete mil dracmas". 

"Certa feita, em plena praça pública, e sem motivo aparente, Alcibíades desembainhou sua espada e decepou o rabo do pobre animal. A notícia da crueldade rapidamente se espalhou por toda Atenas e, enquanto alguns cidadãos lamentavam o episódio, outros tentavam sondar suas possíveis causas".

"Poderia ter sido para prevenir a raiva, como os gregos acreditavam? Uns admitiam que o cão sem rabo caça melhor, além de evitar lesões. Outros alegavam que fora por motivos estéticos".

"O certo é que o pretexto permanecia um mistério e, durante muito tempo, não havia reunião, pública ou privada, em que não se falasse do rabo do cão de Alcibíades".

"Procurado por seus amigos, que pensaram que ele ficara louco, Alcibíades apenas riu e disse: 

"É exatamente isso que eu quero. Enquanto o povo fala sobre o rabo do cachorro, se esquecem de falar mal do meu governo.".

"Passados tantos séculos, o rabo do cachorro ganhou nova roupagem e intensidade. Agora chama-se “narrativa” e, às centenas, ocupam as discussões cotidianas do brasileiro médio. Mas seu objetivo é o mesmo: distrair o povo com uma miríade de picuinhas que não tem a menor importância no contexto atual (golpe, jóias, viagens, vacinas, fugas, Mariele, sala VIP de aeroporto italiano et cetera)".
 
"Criadas e impulsionadas por uma mídia canalha, e fomentadas em meio a um povo mal instruído, desorganizado e alienado, encobrem as verdades que precisamos, definitivamente, enfrentar e resolver: a Constituição falha, o sistema político podre, a ditadura do judiciário, a baixa qualidade da educação nacional".
 
"A verdade sempre teve uma vida difícil, em especial em sociedades pouco desenvolvidas como a nossa".

"Infelizmente, num país com poucos HOMENS e, ainda, menos livros, a verdade está sempre escamoteada pelo “rabo do cachorro”. E assim, os reais problemas são esquecidos, como também eram esquecidos os defeitos de Alcibíades"
.  
"Sete de Setembro vem aí. Está na hora de focar no que interessa".
"Alexandre de Andrade Cardoso – Cel R1"

Abraço
Paulo Coimbra
Setembro/24.

Este texto eu recebi em setembro de 2024. Postei em um outro Blog que tenho.

Casualmente ontem dia 22 com a prisão do Bolsonaro, lembrei do texto e estou repassando.

Prisão do Bolsonaro - desviar atenção para:    

INSS - ROUBO DOS APOSENTADOS

COP30 - FIASCO INTERNACIONAL

BANCO MASTER -  DESVIO DE VALORES BILIONÁRIOS COM VÁRIOS NOMES DE PESSOAS FAMOSAS ENVOLVIDAS. 

FALEM DA PRISÃO E ESQUEÇAM O RESTO. 

É ASSIM QUE FUNCIONA. 

Abraço
Paulo Coimbra
Novembro/25

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

ANISTIA JÁ. REVANCHISMO NÃO.

AMIGOS.

LEMBRAM DESTAS FRASE:

ANISTIA JÁ! REVANCHISMO NÃO!

Pensando cá com meus botões, uma das poucas conversas que ainda nos é permitido, comecei a comparar  as duas sitações:

Movimento de 1964 -

Assalto a bancos

Explosão de bombas.

Sequestro de Embaixadores.

Incendios.

Quebra quebra.

Vandalismo.

ANISTIA PARA TODOS.

LEI DA ANISTIA- PROMULGAMA EM 1979  - e todos os exilados voltaram ao país e assumiram cargos públicos  como Veradores, Deputados , Governadores e Presidente da República que, em causa própria, na época criou uma indenização para quem foi anistiado, verba esta que até hoje recebem.

Eu lembro bem. Na época se falava em ANISTIA AMPLA GERAL E IRRESTRITA - e ao memso tempo diziam REVENCHISMO NÃO, pedindo para que nada  acontecesse.

Movimento de 08 de janeiro de 2023

Quebra de Relógio - tem um vídeo mostrando quem fez. Estav sózinho, ainda não tinha acontecido a invasao. 

Invasao do Congresso - tem um vídeo mostrando que ja haviam pessoas "infiltradas" dentro do Congresso, com entrada facilitada. 

Quebra dos vidros -  tem um vídeo de uma pessoa quebrando os vidros das portas e janelas, antes da invasão.

Invasão dos manifestantes -  aconteceu realmente, mas vejam a diferença:

Não houve : 

ASSALTO, 

EXPLOSÃO DE BOMBAS, 

INCENDIOS , 

SEQUESTRO, 

NINGUÉM SAIU FERIDO.

Os "GOLPISTAs" que praticaram "ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS" pondo em risco o "ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO", estavam lá com  BÍBLIAS, ROSÁRIOS, BANDEIRAS, BATONS. 

PESSOAS COMUNS, que foram presas  e tratados como BANDIDOS.

Criaram uma narrativa de GOLPE DE ESTADO e estão fazendo disso um REVANCHISMO INDISCRIMINADO.

A ESQUERDA  tem memória seletiva, ou seja, aquilo que interessa ela divulga  e  o que não interessa, a seus interesses, ela esquece e nada comenta.

Tem pessoas morrendo na prisão por falta de atendimento médico.

Tem pessoas condenadas a 17 anos de prisão por que, simplesmente expressaram sua indignação com o momento  atual do pais. 

ENTÃO AGORA É A HORA DE VOLTAR A DIZER.

ANISTIA JÁ - SEM REVANCHISMO. 

Abraço

Paulo Coimbra

Agosto/2025.

 



domingo, 10 de novembro de 2024

ESTUPIDEZ COLETIVA

AMIGOS.

RECEBI, GOSTEI E ESTOU REPASSANDO. 

Dietrich Bonhoeffer foi um intelectual alemão que se opôs ao nazismo e, por isso, foi preso.

Na prisão, ele refletiu muito, tentando entender como era possível que seus compatriotas alemães estivessem apoiando tão fervorosamente Hitler e suas políticas irracionais e criminosas, sendo o povo alemão um dos mais cultos e avançados da Europa e do mundo, em termos científicos, tecnológicos, culturais, etc.

Ele chegou a uma conclusão: o povo alemão foi vítima da estupidez coletiva. E então Bonhoeffer escreveu um ensaio sobre a estupidez que hoje vale a pena recordar.

Segundo Bonhoeffer, a estupidez não tem uma causa psicológica, mas sim sociológica, ou seja, é contagiosa: a estupidez de uma pessoa precisa da estupidez de outra.

É como um feitiço formado por palavras de ordem que se apodera das pessoas. Por isso, você verá pessoas muito inteligentes que, em determinado momento, se comportam de maneira estúpida, porque é uma recaída de sua personalidade que nada tem a ver com suas capacidades mentais, que podem ser muitas.

Quando as pessoas estão passando por um período de estupidez, nunca acreditarão nos argumentos contra sua estupidez; simplesmente os ignorarão. São absolutamente impermeáveis às advertências sobre as consequências catastróficas que sua estupidez pode ocasionar a elas mesmas e aos outros estúpidos, e sempre se sentem orgulhosas de si mesmas e de sua estupidez.

Ainda mais, muitas vezes é perigoso tentar persuadir um estúpido com razões, pois ele se sentirá agredido, irritar-se-á facilmente e até tentará atacar.

Há momentos na vida das sociedades em que, contra a estupidez, não há nenhuma defesa. Daí nascem as ditaduras, assim como também o declínio dos países.

Cuba com o castrismo e Argentina com o peronismo são exemplos.

Posteriormente a Bonhoeffer, o historiador e economista italiano Carlo Cipolla, seguindo a mesma lógica do alemão, condensou em cinco leis sua teoria da estupidez.

1. Sempre se subestima o número de estúpidos em circulação.
2. A probabilidade de que uma pessoa seja estúpida é independente de sua educação, riqueza, inteligência, etc.; ou seja, a estupidez se distribui igualmente em todos os segmentos da população.
3. O estúpido causa dano a outras pessoas e a si mesmo, sem obter nenhum benefício.
4. Eles são imprevisíveis. As pessoas NÃO estúpidas sempre subestimam o poder danoso dos estúpidos.
5. Os estúpidos são mais perigosos que os bandidos e os malvados. Não há nada mais perigoso que um estúpido com poder.

Segundo Bonhoeffer, só quando o governo ou o regime social que produz a estupidez coletiva entra em colapso ou em crise, as pessoas podem se libertar dela e da dor que começa a surgir pela contradição entre seus pensamentos e seus atos.

Na Venezuela, felizmente, muitas pessoas começaram a abrir os olhos e, com dor e arrependimento, silencioso ou não, começam a entrar em razão e a deixar de apoiar um governo eleito em um momento de estupidez coletiva.

Parece familiar???

Compartilhe, é importante.

Grande abraço
Paulo Coimbra
Novembro/2024

sexta-feira, 10 de maio de 2024

CORAÇÃO DOÍDO E A ALMA SOFRIDA

AMIGOS.




Estamos arrasados!  

Perdemos vidas, casas, tudo que tínhamos.

Estamos tristes, com o coração doído e a alma sofrida, mas ainda não perdemos a esperança.

Cada um de nós, lá no fundo do peito, sabemos que vamos reerguer este Estado, com a solidariedade de todos, com a ajuda de muitos, com o apoio da Brigada, Bombeiros, Policia Civil, Policia Rodoviária Federal, etc.

Andamos cansados, tem muita coisa ainda por ser feita. 

O rio vai voltar para seu leito, deixando um monte de lama e em baixo dela muitas vidas perdidas. 

Vai longe este trabalho de limpeza e reconstrução, mas como somos fortes. aguerridos e bravos,  com nossa força, garra, coragem e fé em Deus, reergueremos nosso Estado e depois que tudo estiver pronto novamente, estufaremos o peito com orgulho e diremos em alto e bom som.

Oigalê Tchê¹

QUE SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA. 

Tão pensando o que?  Estamos de volta e mais fortes.

Grande abraço
Paulo Coimbra
Maio/2024.

terça-feira, 5 de março de 2024

NÃO SE GASTA PÓLVORA COM CHIMANGO.

AMIGOS.

Provérbio muito usado no pampa gaúcho, mas tem sua origem na América do Sul, especialmente no Uruguai e tem uma conotação depreciativa com os causadores de problemas. 

O significado deste provérbio é que não devemos desperdiçar nossos esforços, em algo que não gera nenhum resultado, que não devemos perder nosso tempo com coisas ou pessoas que não valem a pena para solucionar nossa situação. 

O link do vídeo, no final da pagina, do jornalista Fernão Lara Mesquita, fala exatamente sobre isso e  me incentivou a repassar este texto. Entre outros assuntos que falou, ele nos dá uma ideia em quem devemos focar para alcançar nossos objetivos, confira:

"Como se todos estes discursos, nas redes sociais, cheios de indignação fossem convencer a maioria da população ou membros do Congresso Nacional sobre este prato variado que nos está sendo enfiado goela abaixo, na marra. Para o STF, que é quem realmente está mandando no país, isto pouco importa, nossos discursos inflamados não vão convencê-los de nada." 

Uma parte que me chamou atenção e na qual dou toda razão ao jornalista é quando ele diz que: 

"Temos que reconstituir os três poderes da República, sem os quais os direitos dos cidadãos deixam de existir. Vamos tratar de apontar precisamente para onde está a chave falsificadora do processo, começando por estes regimentos do Senado e da Câmara que dão super poderes "monocráticos" aos presidentes destas casas, que anulam a maioria a quem o povo deu o direito de resolver as coisas. Vamos dirigir as forças das Paulistas, multiplicada pela adesão de todos os DEMOCRATAS do Brasil a exigir a remoção dessa trava.  Vamos tratar todos juntos de reconstruir a DEMOCRACIA. O que o povo vai fazer com ela depois, é problema do povo brasileiro." 

Falando em poderes monocráticos lembrei que há pouco tempo atrás, recebi áudios e vídeos dos Congressistas festejando a derrubada do voto monocrático dos Ministros do STF, festejando a Democracia. 

SERÁ MESMO? 

As decisões monocráticas dos presidentes da Câmara e Senado também são nocivas ao País. Engavetar projetos e principalmente não mandar à plenário pedidos de impeachment, seja ele de que político ou ministro for, é um crime contra o povo brasileiro.

https://www.youtube.com/watch?v=eqmVV7v9dbw

Grande Abraço

Paulo Coimbra

Março/2024.

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

O MUNDO ESTÁ DE CABEÇA PARA BAIXO.

AMIGOS.

Estamos vivendo dias difíceis no mundo todo.

Ninguém mais sabe o que vem pela frente.  

Cada dia nos deparamos com uma insanidade, uma barbaridade, um acontecimento sem nexo.

Está circulando nas redes sociais uma noticia gravíssima. 

"Um dossiê preparado por Israel e compartilhado com os Estados Unidos denuncia que 12 funcionários da agência da ONU que atua dentro da Faixa de Gaza, a UNRWA, teriam participado diretamente dos ataques contra civis israelenses no dia 7 de outubro"

Fui conferir e no Google e achei este link. Leia a noticia na íntegra.


O que está acontecendo com as pessoas?

Valores morais e éticos totalmente abandonados.

Nosso país sendo governado pelo JUDICIÁRIO, o Presidente é mera FIGURA DECORATIVA.

O CONGRESSO NACIONAL, na sua grande maioria composto por covardes e inúteis, não tem coragem de dar um BASTA nisso tudo. 

POUCOS são os que fazem alguma coisa apoiados pela grande maioria da população que não sabe o que fazer, uma vez que nosso  "GLORIOSO" exercito brasileiro (em letras minúsculas mesmo) resolveu aderir a esquerda. 

Estão fazendo continência para quem quer exterminá-los. 

"BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA" - Grito de Guerra  do Exercito Brasileiro - 

Que nada!!!

Quando tiveram a chance de mudar o panorama que se apresenta hoje, disseram em alto e bom som: 

NÃO VAMOS ENTRAR NUMA AVENTURA!

Então aqui estamos nós, tentando lutar por um mundo melhor, para nossos filhos e netos.

Grande Abraço
Paulo Coimbra
Janeiro/2024.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

A CAMINHO DO BREJO

AMIGOS.

RECEBI ESTE TEXTO. GOSTEI E ESTOU REPASSANDO.

Expressa claramente nossa realidade. Não é mera coincidência. 

A caminho do brejo 
Cora Ronái.

"A sociedade dá de ombros, vencida pela inércia
Um país não vai para o brejo de um momento para o outro — como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.

Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos.

Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.

A lista não acaba.

Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas — e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.

Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém — e isso é aceito como normal por todo mundo.

Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.

Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.

Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.

Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros.

Um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais.

Enquanto isso tem gente nas ruas estourando fogos pelos times de futebol!"

Grande Abraço
Paulo Coimbra
Janeiro/2024